Review: “The Tortured Poets Department” de Taylor Swift
Em seu décimo primeiro álbum de estúdio, a voz de Taylor Swift se mantém sem brilho e projeção, a mediocridade é abraçada e sua falta de criatividade sonora revela sua superficialidade.
Música para entusiastas
Veja as análises de álbuns feitas pelo Time Vanguardista
Em seu décimo primeiro álbum de estúdio, a voz de Taylor Swift se mantém sem brilho e projeção, a mediocridade é abraçada e sua falta de criatividade sonora revela sua superficialidade.
Em seu terceiro álbum de estúdio intitulado “Tara e Tal”, DUDA BEAT arrisca no pop sintetizado distorcido com influências da raiz da música brasileira quase como um pioneirismo para um novo gênero.
Uma escuta obrigatória: O segundo ato pós “RENAISSANCE” é mais um capítulo histórico onde Beyoncé planta a bandeira de diamante do seu legado.
O álbum de estreia autointitulado de Tyla encaixa a artista no grupo de artistas da nova geração que estão em ascensão. O disco é um tributo às suas origens feito com respeito, classe e qualidade que raramente se vê em artistas revelação.
Uma escuta obrigatória: Em “eternal sunshine”, Ariana Grande mostra amadurecimento, o avesso de “Positions”, homenageia “Yours Truly” e leva sua discografia para um lugar que ninguém imaginava.
“Numanice #3 (Ao Vivo)” é uma exaltação do que há de melhor na música brasileira, feita com um punhado de autenticidade, qualidade e produção excêntrica.
Em “Chemtrails over the Country Club”, Lana Del Rey atribui ainda mais valor a seu catálogo e ressalta mais uma vez como sua composição lírica é esplêndida.
Uma escuta obrigatória: Em “ORQUÍDEAS”, deixa até o que é pesado com leveza. A classe está em sua alma. [Análise/Review]
Em “.mp3”, Emilia traz o visual belo dos anos 2000 que muitos adoram, mas sonoramente tem seus altos e baixos
Em “Positions”, Ariana Grande deixa um sabor agridoce que para uns é doce demais e para outros, amargo demais, mas tudo no nível de uma artista com o naipe dela