Review: “EQUILIBRIVM” de Anitta
Uma escuta obrigatória: Anitta abandona o imediatismo pop e encontra uma identidade surpreendentemente coesa. “EQUILIBRIVM” é a rara virada artística de uma popstar que parecia presa à própria fórmula.
Música para entusiastas
Uma escuta obrigatória: Anitta abandona o imediatismo pop e encontra uma identidade surpreendentemente coesa. “EQUILIBRIVM” é a rara virada artística de uma popstar que parecia presa à própria fórmula.
Em “BLACK STAR”, Amaarae embarca numa eterna madrugada quente na festa que referencia a música negra de forma tão explosiva que desnorteia as vezes.
Em seu terceiro álbum de estúdio, Ebony há de ser extremamente explícita, mas ainda reflexiva. “KM2” só servirá se você estiver com a mente aberta.
Em “Funk Generation”, Anitta falha amargamente em levar o funk brasileiro para o mundo, reforça estereótipos e cria uma visão errada e distorcida do que é música no Brasil.
Sabrina Carpenter nos presenteia com “Espresso”, um pop-funk estilo Doja Cat e Bruno Mars descompromissado que pode ser a próxima música do verão norte-americano.