Review: “EQUILIBRIVM” de Anitta
Uma escuta obrigatória: Anitta abandona o imediatismo pop e encontra uma identidade surpreendentemente coesa. “EQUILIBRIVM” é a rara virada artística de uma popstar que parecia presa à própria fórmula.
Música para entusiastas
Uma escuta obrigatória: Anitta abandona o imediatismo pop e encontra uma identidade surpreendentemente coesa. “EQUILIBRIVM” é a rara virada artística de uma popstar que parecia presa à própria fórmula.
Com “Here For It All”, Mariah Carey retorna em um disco sobre legado, perda e a arte de permanecer quando a voz já não voa tão alto.
O show acabou: “The Life of a Showgirl” prova que sucesso não é sinônimo de arte. Taylor Swift se apresenta como a estrela de um espetáculo que esqueceu o enredo.
Sabrina Carpenter opta por ser a “pick me girl” da vez. “Man’s Best Friend” é um disco que não te dirá nada e ainda te trará constrangimento.
Em seu novo EP “esse delírio vol.1”, DUDA BEAT faz um arroz com feijão bem feito que pode te entreter.
Em seu terceiro álbum de estúdio, Ebony há de ser extremamente explícita, mas ainda reflexiva. “KM2” só servirá se você estiver com a mente aberta.
Em sua nova mixtape intitulada “WWP”, Tyla estende seu destaque como artista do amapiano em ascensão.
Um casamento monótono e instável sugou toda a artisticidade de uma das maiores estrelas pop da geração. “SWAG” de Justin Bieber é desinteressante do início ao fim.
O álbum de estreia autointitulado de Addison Rae surpreende e dá o pontapé inicial do que deve ser a música pop de 2025 em diante. Quem disse que uma influenciadora originada do TikTok não pode mostrar alguma artisticidade?
Em “CAJU”, Liniker cria um dos melhores discos nacionais dos últimos anos que a qualidade por si só dá o título de um clássico.