Review: “petal” de Ariana Grande
Ariana Grande sempre cantou para ser ouvida. Desta vez, soa irregular. Em “petal”, ela canta para ser esquecida, e a mixagem atende ao pedido antes mesmo do último acorde.
Música para entusiastas
Ariana Grande sempre cantou para ser ouvida. Desta vez, soa irregular. Em “petal”, ela canta para ser esquecida, e a mixagem atende ao pedido antes mesmo do último acorde.
10 anos de “Dangerous Woman”: o disco que consolidou Ariana Grande como a vocalista de sua geração
Uma escuta obrigatória: Anitta abandona o imediatismo pop e encontra uma identidade surpreendentemente coesa. “EQUILIBRIVM” é a rara virada artística de uma popstar que parecia presa à própria fórmula.
Em 2008, o Skank trocou o excesso pela sutileza. “Estandarte” é um disco confortável demais para ser ignorado.
Com “Here For It All”, Mariah Carey retorna em um disco sobre legado, perda e a arte de permanecer quando a voz já não voa tão alto.
O show acabou: “The Life of a Showgirl” prova que sucesso não é sinônimo de arte. Taylor Swift se apresenta como a estrela de um espetáculo que esqueceu o enredo.
Sabrina Carpenter opta por ser a “pick me girl” da vez. “Man’s Best Friend” é um disco que não te dirá nada e ainda te trará constrangimento.
Em “BLACK STAR”, Amaarae embarca numa eterna madrugada quente na festa que referencia a música negra de forma tão explosiva que desnorteia as vezes.
Em seu novo EP “esse delírio vol.1”, DUDA BEAT faz um arroz com feijão bem feito que pode te entreter.
Em seu segundo álbum de estúdio, Reneé Rapp reafirma que seu talento vai além das telas. “BITE ME” é um disco positivo que possui poucas falhas.