Review: “petal” de Ariana Grande
Ariana Grande sempre cantou para ser ouvida. Desta vez, soa irregular. Em “petal”, ela canta para ser esquecida, e a mixagem atende ao pedido antes mesmo do último acorde.
Música para entusiastas
Ariana Grande sempre cantou para ser ouvida. Desta vez, soa irregular. Em “petal”, ela canta para ser esquecida, e a mixagem atende ao pedido antes mesmo do último acorde.
Com “Here For It All”, Mariah Carey retorna em um disco sobre legado, perda e a arte de permanecer quando a voz já não voa tão alto.
Em seu segundo álbum de estúdio, Reneé Rapp reafirma que seu talento vai além das telas. “BITE ME” é um disco positivo que possui poucas falhas.
Em seu terceiro álbum de estúdio, Ebony há de ser extremamente explícita, mas ainda reflexiva. “KM2” só servirá se você estiver com a mente aberta.
Em sua nova mixtape intitulada “WWP”, Tyla estende seu destaque como artista do amapiano em ascensão.
Um casamento monótono e instável sugou toda a artisticidade de uma das maiores estrelas pop da geração. “SWAG” de Justin Bieber é desinteressante do início ao fim.
Em “FRAGMENTADO”, Xamã vai na contramão do rap estadunidense melodicamente enxuto, mira e acerta em cheio numa obra musical cheia de referências à cultura brasileira com arranjos elegantíssimos com um tom apaixonado.
Em seu novo single de retorno para seu décimo sexto álbum de estúdio, apelidado de “MC16”, Mariah Carey resgata o R&B dos anos 2000, gênero pelo qual ela dominou e ganhou o título de rainha.
Em “CAJU”, Liniker cria um dos melhores discos nacionais dos últimos anos que a qualidade por si só dá o título de um clássico.
“Die With A Smile” de Lady Gaga e Bruno Mars desaponta em uma colaboração que tinha tudo para ser um marco para o repertório de ambos. Apesar de ser radiofônico, você irá se cansar rápido.