Review: “ROOM UNDER THE STAIRS” de ZAYN
Em “ROOM UNDER THE STAIRS”, ZAYN está procurando por paz. Em seu quarto álbum de estúdio, o artista britânico encontra a maturidade que os 30 anos de qualquer um traz.
Música para entusiastas
Veja todas as reviews feitas pelo Time Vanguardista
Em “ROOM UNDER THE STAIRS”, ZAYN está procurando por paz. Em seu quarto álbum de estúdio, o artista britânico encontra a maturidade que os 30 anos de qualquer um traz.
Uma escuta obrigatória: Billie Eilish está se descobrindo. Em “HIT ME HARD AND SOFT”, ela abandona o mistério indie e parte para uma jornada de descobrimento à moda de Arctic Monkeys.
Em “Radical Optimism”, Dua Lipa reafirma o status de artista pop descompromissada com a profundidade artística. Talvez seja o surgimento de um repertório semelhante ao de Katy Perry.
O single carro-chefe do álbum de estreia “DOPAMINE” de Normani é fraco demais e o timing é tão atrasado que chega a ser desesperador e desestimulante.
Em “Funk Generation”, Anitta falha amargamente em levar o funk brasileiro para o mundo, reforça estereótipos e cria uma visão errada e distorcida do que é música no Brasil.
Sabrina Carpenter nos presenteia com “Espresso”, um pop-funk estilo Doja Cat e Bruno Mars descompromissado que pode ser a próxima música do verão norte-americano.
Em seu décimo primeiro álbum de estúdio, a voz de Taylor Swift se mantém sem brilho e projeção, a mediocridade é abraçada e sua falta de criatividade sonora revela sua superficialidade.
Em seu terceiro álbum de estúdio intitulado “Tara e Tal”, DUDA BEAT arrisca no pop sintetizado distorcido com influências da raiz da música brasileira quase como um pioneirismo para um novo gênero.
Uma escuta obrigatória: O segundo ato pós “RENAISSANCE” é mais um capítulo histórico onde Beyoncé planta a bandeira de diamante do seu legado.
O novo single “I LUV IT” de Camila Cabello com Playboy Carti é uma cópia barata de “Green Light” de Lorde feita por uma artista em decadência artística e criativa.